A proposta desse artigo é entendermos melhor uma regra de ouro da literatura, qualquer que seja ela: ler o texto dentro do seu contexto. Isso significa vê-lo também como produto de pessoas diferentes e de épocas também diferentes.
A “Lectio Divina” é uma expressão latina já presente e consagrada no vocabulário católico, que pode ser traduzida como “leitura divina”, “leitura espiritual”, ou ainda como ocorre hoje em nosso país e em vários escritos atuais, como “leitura orante da Bíblia”.
É preciso pois, freqüentar as Escrituras, ter familiaridade e até apego à Palavra, fazer dela nossa nutrição diária e nela permanecer. Dos quartos, a Palavra deve chegar aos telhados, para iluminar a mente, robustecer a vontade, inflamar o coração.
Em Mt 13, 55 e Mc 6,3, as seguintes pessoas estão nomeadas como irmãos de Jesus: Tiago, José (ou Josés – os manuscritos variam na forma), Simão e Judas. Entenda o que isso significa:
A mesma Igreja que autentica a Bíblia, que estabelece a sua inspiração, é a autoridade estabelecida por Jesus Cristo para interpretar a Sua Palavra.
As cartas do apóstolo Paulo são os mais antigos escritos cristãos existentes. Paulo permanece um autor maltratado, mal amado e mal conhecido entre os cristãos.
É comum abreviarmos os nomes dos livros da Bíblia para facilitar a citação de certas passagens.