Biografia do Padre Valdemir, novo bispo da diocese de Floriano, Piauí
O Padre Valdemir nasceu no dia 30 de março de 1960, em Itajaí, Município de Nova Canaã, Bahia, Arquidiocese de Vitória da Conquista. Filho de Arcênio Ferreira dos Santos e Maria José dos Santos, ambos falecidos. É o oitavo filho de uma família de 12 irmãos.
Iniciou seus estudos no Grupo Escolar Luís Braga, em Itajaí, onde freqüentou da 1ª a 4ª séries, de 1970 a 1973. No ano de 1974 passou a estudar no Colégio Florestal, em Nova Canaã, onde cursou a 5ª e 6ª séries. Em 1976 passou a estudar em Poções, no Colégio Estadual Doutor Roberto Santos, onde concluiu o 1º Grau em 1977. Continuou seus estudos no Centro Educacional de Poções, onde em 1978 iniciou o 2º Grau. No dia 5 de março de 1979 ingressou no Seminário Diocesano de Vitória da Conquista, matriculando-se no Colégio Diocesano de Conquista, onde em 1980 concluiu o Curso do 2º Grau, tendo como Bispo Diocesano Dom Climério Almeida de Andrade.
De 1981 a 1982 freqüentou o Curso de Filosofia no Seminário Maior do Nordeste de Minas, em Teófilo Otoni, Estado de Minas Gerais. Cursou a Teologia na Pontifícia Faculdade de Teologia Nossa Senhora da Assunção, em São Paulo, de 1983 a 1986. Foi ordenado Diácono no dia 8 de março de 1987, ano em que obteve a Licença em Filosofia (Licenciatura Plena) pela Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras das Faculdades Associadas do Ipiranga, em São Paulo. E no dia 6 de setembro de 1987, em Ibicuí, Arquidiocese de Vitória da Conquista, foi ordenado Presbítero pela imposição das mãos do então Bispo Diocesano Dom Celso José Pinto da Silva.
Após a ordenação exerceu os seguintes ofícios e ministérios: Em 1987 foi nomeado Moderador de três Paróquias (Iguaí, Nova Canaã e Ibicuí) e Administrador Paroquial da Paróquia de São Pedro, em Ibicuí; de 1990 a 1997 foi Pároco da Paróquia Nossa Senhora das Graças, em Vitória da Conquista; de 1991 a 1997 também colaborou, como Vigário Paroquial, nas Paróquias São Miguel em Vitória da Conquista, São João Batista em Anagé e na Paróquia Senhor do Bonfim em Barra do Choça. No ano de 1992 obteve o título de Bacharel em Teologia. E em 2002 obteve a Licença (Mestrado) em Teologia Bíblica, pela Pontifícia Universidade São Tomás de Aquino (ANGELICUM) em Roma. Na mesma Pontifícia Universidade inscreveu-se para o Doutorado. No momento continua trabalhando sua tese que tem como tema: KηΦάζ (Cefas) na literatura paulina. Uma leitura semita da missão do Apóstolo Pedro.
No Regional NE-3 da CNBB foi membro da Equipe de Coordenação da Catequese, de 1987 a 1991; e Coordenador da Pastoral Catequética do Sub-Regional V, de 1990 a 1993.
De 1987 a 1997 foi Coordenador da Pastoral Catequética Diocesana; de 1990 a 1997 lecionou no Curso de Teologia para Leigos, e de 1991 a 1994 foi Professor no Instituto Diocesano de Filosofia. Em 1990 foi eleito membro do Conselho Presbiteral e do Colégio dos Consultores.
Como formador foi também coordenador da Pastoral Vocacional Diocesana 1995 a 1997. Foi Vice-Reitor do Seminário de Filosofia Nossa Senhora das Vitórias, de 1992 a 1994; tornando-se em seguida seu Reitor de 1995-1996; e em 1997 foi nomeado Reitor do Curso Propedêutico. Foi Professor no Instituto de Filosofia Nossa Senhora das Vitórias no período de 1991 a 1992 e no ano de 1994, onde lecionou História da Filosofia Antiga, Introdução ao Mistério de Cristo e Catequese cristã. Como professor lecionou também, de 1990 a 1997 no “Curso de Teologia para Leigos” da Arquidiocese, ministrando as seguintes disciplinas: Cristologia, Eclesiologia, Bíblia e Pastoral.
Em 1991 foi o representante da Arquidiocese junto ao “Conselho Municipal de Ensino Religioso”; em 1996foi eleito Vice-Presidente do “Conselho Municipal da Criança e do Adolescente”, e em 1997 eleito seu Presidente.
De 1993 a 1995 exerceu o ofício de Diretor Espiritual Diocesano do Movimento de Cursilhos de Cristandade; de 1995 a 1996 foi Administrador do Centro Diocesano de Formação para Leigos. E desde 2007 tem sido o Diretor da Escola de Formação Diaconal Arquidiocesana.
Ultimamente vem exercendo os ofícios de Pároco da Paróquia Nossa Senhora das Candeias, em Vitória da Conquista (desde 2006), Vigário Regional do Vicariato São Lucas, membro do Conselho Fiscal da Cáritas Arquidiocesana, 2º tesoureiro da Pastoral da Pessoa Idosa, membro do Conselho Presbiteral e do Colégio dos Consultores, e Ecônomo Arquidiocesano.
Neste dia 17 de março de 2010 foi nomeado, pelo Papa Bento XVI, 2º Bispo Diocesano de Floriano, no Estado do Piauí. Como servidor do Evangelho de Jesus Cristo para a esperança do mundo, o novo Bispo adotou como lema de seu brasão episcopal: “Apascenta as minhas ovelhas” – Pasce oves meas (Jo 21,17), uma referência bíblica de inspiração e orientação para a missão do novo Pastor.
Fonte: arquidioceseconquista.org


18 de março de 2010, às 8:02h
Bem haja o novo Bispo eleito. È com profunda satisfação (embora eu seja moçambicano)que nos chegam informações deste género, homens que sem olhar as diferenças escolhem o ministério de Jesus Rei e aceitam cada vez mais servir o povo.
Que a paz de Deus, a perseverança da Virgem Santa e a Estrela que raiou em Belém sirvam para guiá-lo.
“apascente com coragem as ovelhas do Senhor, para que no fim possas dizer: combati um bom combate”
21 de outubro de 2010, às 18:47h
Pe. Paulo Ricardo – Em defesa da Vida – Parte 1
http://www.youtube.com/watch?v=bjUWtAQJ8YI&feature=player_embedded
Pe. Paulo Ricardo – Em defesa da Vida – Parte 2
http://www.youtube.com/watch?v=fnvmNt-azJM&feature=player_embedded
PT quer controle total da Igreja Católica?
19/10/2010 às 15:22
Site petista-dilmista propõe luta contra a Igreja Católica, como Chávez fez na Venezuela
http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/site-petista-dilmista-propoe-luta-contra-a-igreja-catolica-como-chavez-fez-na-venezuela/#comments
LIBERDADE DE IMPRENSA EM AÇÃO
IGREJA, SÓ A DO povo DE POLVO
Olha a imprensa LIBRE enquadrando o cúmplice dos bispos da crença fanática em vida intra-uterina, desrespeitosa dos humanistas do PNDH3 http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/a-liberdade-religiosa-e-os-direitos-individuais-ameacados-querem-intimidar-e-calar-os-cristaos-e-setores-da-imprensa-sao-cumplices-e-dilma-ainda-nem-ganhou/
Ludibriando os católicos
Olavo de Carvalho
Diário do Comércio, 18 de outubro de 2010
Ao ver que ia perdendo o apoio da Igreja à sua protegida Dilma Roussef, cujo abortismo radical e persistente nem os desmentidos de última hora, nem as abjetas e blasfematórias encenações de fé católica da candidata puderam camuflar, o sr. Presidente da República, em desespero, decidiu recorrer ao crime eleitoral explícito: usando o Estado como instrumento de chantagem, ameaçou romper a concordata do governo brasileiro com o Vaticano caso o eleitorado católico se recuse a continuar sendo otário do PT, como o foi servilmente durante tantas décadas por obra e graça de comunistas vestidos de bispos.
O próprio Lula, algum tempo atrás, reconheceu que devia sua carreira política ao eleitorado católico, que aqueles bispos e a mídia cúmplice haviam logrado enganar cinicamente, encobrindo o programa comunista e abortista do PT com a imagem beatificada e perfumada de “Lulinha Paz e Amor”.
O fim da farsa, embora tardio e parcial, não só privou Dilma Roussef da anunciada vitória no primeiro turno, mas serviu para desmascarar a autoridade religiosa postiça de tantos sacerdotes e prelados que só entraram na carreira eclesiástica para aí realizar o programa estratégico de Antonio Gramsci: esvaziar a Igreja de todo o seu conteúdo espiritual e usá-la como dócil instrumento da política comunista. A Teologia da Libertação é o braço mais ativo desse programa e, como ninguém ignora, o catolicismo de Lula – e do PT em geral – é o da Teologia da Libertação. Não o de Nosso Senhor Jesus Cristo.
Não deixa de ser útil lembrar que a Igreja, desde sua fundação, teve de lutar menos contra os seus inimigos ostensivos do que contra os seus falsificadores. Tal é, aliás, a definição de “heresia”, palavra que hoje tantos usam sem conhecer-lhe o significado: não qualquer doutrina anticatólica, ou não católica, e sim a falsa doutrina católica oferecida indevidamente em nome da Igreja. Lembrem-se disso quando algum professorzinho aparecer alardeando que a Igreja “perseguia doutrinas adversas”. Heresia não é divergência de idéias, é crime de fraude. Da Antigüidade até hoje, gnósticos, arianistas e tutti quanti jamais hesitaram em fingir-se de católicos para vender, sob roupagem inocente, as idéias mais opostas e hostis aos ensinamentos de Cristo. Com freqüência, obtiveram nesse empreendimento sucessos espetaculares, embora passageiros. Ainda no século XIX praticamente todos os seminários da França e da Alemanha ensinavam, com o nome de teologia católica, uma pasta confusa de idéias cartesianas, iluministas e românticas, na qual os jovens aprendizes, iludidos pelos prestígios intelectuais do dia, não enxergavam nada de maligno. Foi só a decisiva intervenção do Papa Leão XIII que acabou com a palhaçada, mediante a bula “Aeterni Patris” (1879), que restaurou o ensino da teologia católica tradicional. Se quiserem uma boa resenha desses fatos, leiam a obra em quatro volumes de Etienne Couvert, “De la Gnose à l’Ecumenisme” (Éditions de Chiré, 1989).
No século XX, à medida que o movimento neotomista inaugurado por Leão XIII reconquistava o prestígio intelectual da Igreja, os eternos falsários abdicaram temporariamente da propaganda aberta e voltaram-se, em massa, para a estratégia da infiltração discreta, praticada em escala industrial a partir da década de 30 graças à iniciativa da KGB (leiam o depoimento de Bella Dodd em “School of Darkness”: há cópias circulando pela internet). Foi só em 1963, no Concílio Vaticano II, que, sentindo-se protegidos pela atmosfera de mudança, voltaram a vender impunemente, ao público geral, seus simulacros de cristianismo.
A fundação do PT e toda a sua carreira de crimes inigualáveis não foram senão a extensão remota desses fatos a um país periférico. O PT sempre foi a encarnação viva de um catolicismo de fancaria, concebido para ludibriar os fiéis e induzi-los a trabalhar pelo avanço do comunismo.
Não espanta que a própria entidade que personifica esse catolicismo ante o público seja, ela própria, uma fraude publicitária: a CNBB fala em nome da Igreja e posa, ante os fiéis, como expressão suma da autoridade eclesiástica, mas não é sequer uma entidade da Igreja, é uma simples sociedade civil sem lugar nem função na hierarquia católica. Os bispos, individualmente, têm autoridade para falar em nome da Igreja. A CNBB, não. Quando a CNBB repreende um bispo, ela falsifica e inverte a hierarquia. Está na hora de os fiéis, em massa, tomarem consciência disso.