Os fieis leigos cristãos: juristas, educadores, políticos, médicos, pais e mães de família, enfim todos, são hoje, mais que em outras épocas, chamados a assumir organizadamente nas estruturas da sociedade, em todas as instituições, a missão, que lhes é específica, de defender a dignidade da pessoa, a importância do matrimônio e da família, bem como a zelar pela educação das crianças e dos jovens, participando e exigindo que as escolas respeitem os princípios morais derivados da natureza humana e explicitados na revelação cristã.
Tudo indica que vamos ter mais quatro anos de um governo do PT, de um partido que pretende suprimir as leis contra o aborto, apesar das advertências pesadas de bispos e pastores famosos por suas pregações.
Para quem ainda tinha dúvida se o PT seria realmente um dos maiores defensores da legalização total do aborto no Brasil, eis a prova.
A proposta desse artigo é entendermos melhor uma regra de ouro da literatura, qualquer que seja ela: ler o texto dentro do seu contexto. Isso significa vê-lo também como produto de pessoas diferentes e de épocas também diferentes.
“O catequista é um evangelizador, é um missionário, levando as pessoas a um encontro com o Cristo e aprofundando a vida cristã com todas as consequências do crer”
“A fé cristã sempre viu no corpo uma bela obra de Deus. O homem é uma unidade de corpo e alma”.
“Precisamos cuidar da unidade na fé. Em questões de política econômica, não cabe à CNBB impor seus pontos de vista a ninguém. As opiniões de cada bispo valem de acordo com o peso dos seus conhecimentos manifestados nos seus argumentos. Viva a liberdade!”